domingo, 16 de março de 2008



Rendo-me à vulgaridade como se de um vulgar peão desta vida me tratasse. Vou jogar da melhor maneira que sei.

segunda-feira, 10 de março de 2008



Trabalho árduo! HAHAhAHAHAAHAHAhahAhAhAhAha

quinta-feira, 6 de março de 2008



Sempre que entro numa dessas máquinas de silêncio que sobem e descem acompanhado por alguém seja ele meu conhecido ou nao, sinto um estranho vazio na minha cabeça que me impede inventar uma conversa não muito forçada.
No meu entender tal coisa sucede por nos termos tornado seres bastante fechados, que se limitam a interagir uns com os outros por mera necessidade. Na verdade sentimos que apenas connosco estamos bem, pois ao longo do tempo vamos tomando consciência de que somos todos diferentes e que as nossas ideias e valores apenas para nós fazem sentido o que nos faz criar uma barreira à nossa volta que nos isola do mundo exterior. O elevador fecha-nos num espaço pequeno o que faz com que essas barreiras sejam mutuamente invadidas, deixando-nos absolutamente despidos a olhares alheios. Sentimos a nossa integridade ameaçada por esta curta aproximação que nos faz suar e procurar um ponto estúpido para onde possamos desviar o olhar numa tentativa de não manter contacto ocular com os outros encarcerados.
O elevador em vez de ser visto como uma ameaça à nossa privacidade deve ser considerado um lugar de partilha onde podemos quebrar barreiras e exteriorizar intimidades.

Vou falar comigo e subir ao 2º andar.

Projecto 05 - Story-board

Ghost World





Paranoid Park





Spider

segunda-feira, 3 de março de 2008



Todos procuramos o invulgar.

domingo, 2 de março de 2008



Projecto para a parede do quarto do Tim.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Projecto 05 - Story-board

Spider

Paranoid Park

Ghost World

sábado, 19 de janeiro de 2008



Esforço-me para me agarrar com o máximo de força possível a um momento de felicidade e elevá-lo ao seu extremo, com explosões de euforia onde cores e gemidos se misturam dentro de mim num rodopio incontrolável. Se durante este momento de loucura extrema alguém se aproximar é imediatamente contagiado por uma mistura de pensamentos agradáveis, aos quais não existe possível negação.
Vou um dia produzir felicidade em massa para que todos os que estão à minha volta se encham de uma incontrolável e interminável alegria.

Seria estranho entrar um dia na minha cabeça e tomar chá com uma bola de ténis.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008



Dois amigos andavam pela rua quando subitamente o de amarelo fala sobre uma coisa que o de verde não apreciava mas que o de amarelo pensava não ter importância nenhuma para o de verde. O de verde começa a sentir uma grande raiva já acumulada por ter caído, á minutos, em cima de um cagalhão de um cão que tinha tido uma grande indigestão por ter roído uns sapatos que estavam cheios de alcatrão de uma rua que ainda estava a ser pavimentada por um senhor muito gordo. O de verde dá uma grande cabeçada no de amarelo,cabeçada tal que o faz cuspir uma pastilha cor-de-rosa muito saborosa para cima da segunda lista de uma passadeira. 2 minutos depois, os amigos acabam por fazer as pazes mas a pastilha contínua na segunda lista da passadeira, sempre muito cor-de-rosa para não os fazer esquecer a insignificante desavença.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008



Já não estranho a indiferença. Que enjôo.